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Tenho 43 anos, pinto, bordo, costuro e ainda trabalho fora. Comecei cedo a brincar com artesanato,Meu primeiro trabalho nunca esqueci, um beija flor alaranjado(so tinha um vidro de laranja e um de preto) mas acho que ficou interesante pois minha mãe me encheu de tinta e pinceis, tinha 12 anos e pintava com uma furia. naquele tempo não havia variedade de revista, só riscos que comprávamos na papelaria. pintei com a cara e a coragem por 6 anos até que fui fazer curso na profissional ai endoideci fiz pintura, arte aplicada, flores, bordado a mão, corte costura tudo que aparecia eu encarava. Fui seguindo o artesanato por todos esses anos, uma aulinha aqui, uma revista ali, tudo que aparece-se na tv. Até que achei a net, ai pirei de vez, todo dia acho algo novo que com um pouquinho de paciência consigo aprender. Sou isso uma Artesã com muito orgulho!!!!!

quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

Zilda Arns


Zilda Arns
por Daniela Pessoa | 13/01/2010
Uma grande lição de amor ao próximo e à vida

Ela escolheu a medicina, mais do que profissão, como uma missão de vida. Zilda Arns, médica pediatra e sanitarista nascida em Santa Catarina, enveredou pelos caminhos da saúde pública para salvar crianças pobres da mortalidade infantil, da desnutrição e da violência familiar e social. A solidariedade estava no sangue e o desejo de ajudar o próximo era inabalável. Vítima do terremoto que assolou, no dia 12 de janeiro, o Haiti, a médica tinha 73 anos, morava em Curitiba e deixa cinco filhos, dez netos, mais uma grande lição de amor ao próximo, de vida.

Representante da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), do Conselho Nacional de Saúde e membro do Conselho Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (CDES), Zilda estava em uma missão humanitária e, no momento do terremoto, andava pelas ruas com um sargento do Exército brasileiro. Ela faleceu nos escombros.

“ Irmã de Dom Paulo Evaristo Arns, Zilda foi mãe dedicada de seus próprios filhos, mas o povo era a sua segunda família. Em especial as crianças. Ela desenvolveu uma metodologia que incluía a educação como fonte de prevenção de doenças e da marginalidade social”

Em 1980, Zilda Arns já havia sido convidada para coordenar a campanha de vacinação Sabin no combater à primeira epidemia de poliomielite, criando um método próprio mais tarde adotado pelo Ministério da Saúde. Em 1983, fundou a Pastoral da Criança, apoiada pela Unicef e atuante em 27 países, tornando-se coordenadora nacional da organização. Em 2004, foi a vez da Pastoral da Pessoa Idosa. Ambos são organismos de ação social da CNBB.

A médica era uma mulher que vivia para a assistência humanitária e essa foi sua grande lição. Em 27 anos de trabalho, a Pastoral da Criança conta com a ajuda de mais de 260 mil voluntários e atende quase 2 milhões de gestantes e crianças menores de seis anos, além de 1,4 milhão de famílias pobres em 4.063 municípios brasileiros.

Irmã de Dom Paulo Evaristo Arns, Zilda foi mãe dedicada de seus próprios filhos, mas o povo era a sua segunda família. Em especial as crianças. Ela desenvolveu uma metodologia que incluía a educação como fonte de prevenção de doenças e da marginalidade social. Um dos principais projetos coordenados pela médica era o de alimentação enriquecida, que visava educar as populações carentes sobre as formas de enriquecer a alimentação do dia a dia com alimentos disponíveis na região.

Não à toa, o reconhecimento por seu trabalho atravessou fronteiras. Zilda Arns participou de eventos em diversos países da África, Europa, além de percorrer toda a América Latina divulgando o trabalho da Pastoral da Criança.

Sua atuação rendeu diversos prêmios e homenagens no Brasil e no mundo, como a comenda da Ordem do Rio Branco (2001), Prêmio de Direitos Humanos (USP / 2000), Personalidade Brasileira de Destaque no Trabalho em Prol da Saúde da Criança (conferido em 1998 pela Unicef), Heroína da Saúde Pública das Américas (conferido pela Organização Pan-Americana de Saúde em 2002).

O prêmio Woodrow Wilson veio em 2007, o Opus Prize, da Opus Prize Foundation (EUA), chegou em 2006 pelo inovador programa de saúde pública que ajuda milhares de famílias carentes. Além disso, Zilda recebeu o título de doutor honoris causa em cinco universidades, entre outros prêmios. Em 2001, a Pastoral da Criança brasileira concorreu ao Prêmio Nobel da Paz, conferido ao então secretário-geral da ONU, Kofi Annan.

O governo paranaense decretou luto oficial por três dias. Que esse tempo possa servir para todos nós refletirmos sobre o legado humanitário de Zilda Arns e nos inspirarmos nessa mulher que abraçou o Brasil e o mundo.

O texto acima não é meu, pois não consegui escrever nada sobre essa catarinense sem ir as lagrimas. Cada vez que a via nas noticias, tinha muito orgulho dela, pois era uma mulher especial bem como diz a nota. Quando vi a noticia me pus a pensar 9Chorando pra variar) devem estar faltando anjos lá em cima, só isso pra explicar essa morte. O anjo que na terra olhava nossas mulheres e crianças carentes foi pro céu nos olhar lá de cima. Que ela descanse em paz,e que seus sonhos e projetos não se vão com ela.

5 comentários:

Roberta M. disse...

Foi uma coisa muito triste mesmo amiga, mas ela fez um trabalho lindo e deixou um legado maravilhoso, temos muito orgulho dela, um grande beijo

luciane disse...

Estou muito, muito triste, é uma perda irreparável.
Mas vamos seguindo.
Um beijo querida
Lu

Marilia disse...

Que mulher maravilhosa, linda, cativante e com o espírito humanitário invejável! Quem dera a gente pudesse se espelhar nesse ser humano incrível! Que Deus lhe abra os braços no céu!

Emanuelly Guedes disse...

è uma pena que tenha ido tao cedo,mas com certeza o ceu ganhou um anjo a mas!Beijooss

Karen Martins disse...

Eliane,

Obrigada pela visita!!!!
Agora tmb vou te seguir.
Bjs